O título é esse pq foi a primeira coisa que veio a minha cabeça e pq pensar assim me faz bem.
No ultimo Post eu comentei que estava no segundo semestre da Facul...
A situação atual é a seguinte: Sou formada, trabalho no setor público e estou insatisfeita com minha posição atual. Ando mais down que o normal, ou mais dramática mesmo, o que não faz muita diferença.
Mês passado fui ao show do safadão, vou escrever isso pq quando eu ler isso anos a frente quero rir bastante de mim. Eu estava super ansiosa para o show, agitando todo mundo. Fomos de van, uma van velha caindo aos pedaços, chegando lá estava super lotado, cuspindo gente, o pessoal que estava comigo se meteu no meio do povo, querendo ir lá para a frente no meio da muvuca meu celular que estava no bolso do meu namorado sumiu :( perdi até o clima de ir ver o safadão de perto, acabei curtido de longe mesmo. O resto da galera se espalhou e até minha mãe sumiu, ficou só eu e meu namorado juntos.
Ainda tenho a expectativa de poder ver um show dele em condições melhores, foi uma experiência péssima.
Agora está na hora do meu almoço, estou louca de fome. Vou la!
Até a próxima, galera.
Cris.
TaGalera
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
Sempre em frente!
Abandonamos o blog logo no início, agora por acaso acabei encontrando ele e relendo as postagens vi que meus pensamentos não mudaram muito, porém muita coisa aconteceu. Lembra daquele medo que eu tinha de entrar na faculdade? Estou no segundo semestre já, tudo numa boa.
Estou aqui tomando um cappuccino e ouvindo a música "Problemas" da Ana Carolina. Me veio a cabeça uma coisa que nós todos costumamos fazer, nos sentir responsáveis ou buscar a culpa de tudo de ruim que acontece para nós, tentamos encontrar onde foi que erramos, ficamos nos culpando, martirizando como se isso fosse resolver alguma coisa.
Calma querida, não tem como remediar o irremediável. Se aconteceu é porque tinha que acontecer, as vezes nós simplesmente temos que passar por algumas coisas.
Não digo que você tenha que achar que você não é responsável pelo rumo que sua vida anda levando, você é sim, de certa forma, mas levante a cabeça. Siga em frente, se caiu levante. Se rasgou, remende. Parou? Continue. Se você não sabe qual é o caminho, eu vou te dar uma dica: É lá na frente.
sexta-feira, 16 de março de 2012
Índios
Sabe aquelas músicas que nos fazem voltar a algum lugar do tempo? Que nos transportam imediatamente para alguma situação que vivemos ou algum sensação que já sentimos? Muitas músicas conseguem fazer isso comigo, mas hoje quero falar de uma em especial. A música é Índios da Legião urbana, sei que é uma música antiga mas ela fez mesmo parte da minha vida no ano de 2009, ao escutá-la consigo voltar aquele tempo, me vejo na sala de aula chorando por motivos hoje bobos, mas que na época eram realmente significativos.
Ouvia e sentia, sabia que aquele música havia sido feita para mim, ela dizia tudo o que eu sentia, ela muitas vezes adivinhava coisas que nem eu mesmo sabia, como aquilo podia acontecer? Eu realmente não sabia, mas acontecia, doía na alma ouvi-la mas mesmo assim eu tinha necessidade, precisava chorar para desabafar toda aquela tristeza adolescente, todos os medos que eu sentia e ainda sinto.
Imaginava(e ainda imagino) a tristeza dele ao compor aquela música, não consigo imaginar ele compondo-a como qualquer outra música pois ela realmente é especial (pelo menos para mim) e pelo que já lí ele compôs essa música após uma das tentativas de suicídio, não que eu pensasse em fazer o mesmo e não que eu não pensasse, devo admitir que pensei sim, não seriamente, eu acho, ainda penso nesse tipo de babaquice volta e meia, mas logo muda de ideia a vida é muito boa pra ser desperdiçada dessa forma.
Lembro-me também de estar sentada num ônibus indo para um curso que eu fazia na época com os olhos cheios de lágrimas e pedindo que tudo aquilo fosse apenas um sonho do qual eu acordaria, não foi um sonho mas eu acordei... Acordei e superei toda aquela tristeza
Engraçado que quando se é adolescente tudo dói em dobro, tudo é mais feliz em dobro. Não sei se posso dizer se aquela dor foi a maior que já senti (outro dia senti uma dor nas costas que realmente foi muito forte) mas também não posso diminuí-la, e espero sinceramente não voltar a sentir dores do tipo.
Bem, quero apenas agradecer ao Renato e a sua linda voz meio louca que me ajudaram a superar momentos difíceis.
Ouçam índios e sintam.
Ouvia e sentia, sabia que aquele música havia sido feita para mim, ela dizia tudo o que eu sentia, ela muitas vezes adivinhava coisas que nem eu mesmo sabia, como aquilo podia acontecer? Eu realmente não sabia, mas acontecia, doía na alma ouvi-la mas mesmo assim eu tinha necessidade, precisava chorar para desabafar toda aquela tristeza adolescente, todos os medos que eu sentia e ainda sinto.
Imaginava(e ainda imagino) a tristeza dele ao compor aquela música, não consigo imaginar ele compondo-a como qualquer outra música pois ela realmente é especial (pelo menos para mim) e pelo que já lí ele compôs essa música após uma das tentativas de suicídio, não que eu pensasse em fazer o mesmo e não que eu não pensasse, devo admitir que pensei sim, não seriamente, eu acho, ainda penso nesse tipo de babaquice volta e meia, mas logo muda de ideia a vida é muito boa pra ser desperdiçada dessa forma.
Lembro-me também de estar sentada num ônibus indo para um curso que eu fazia na época com os olhos cheios de lágrimas e pedindo que tudo aquilo fosse apenas um sonho do qual eu acordaria, não foi um sonho mas eu acordei... Acordei e superei toda aquela tristeza
Engraçado que quando se é adolescente tudo dói em dobro, tudo é mais feliz em dobro. Não sei se posso dizer se aquela dor foi a maior que já senti (outro dia senti uma dor nas costas que realmente foi muito forte) mas também não posso diminuí-la, e espero sinceramente não voltar a sentir dores do tipo.
Bem, quero apenas agradecer ao Renato e a sua linda voz meio louca que me ajudaram a superar momentos difíceis.
segunda-feira, 12 de março de 2012
Onde está a consideração ?
Falemos
sobre a falta de consideração das pessoas, é incrível como as
pessoas conseguem ser ingratas.
Você
faz tudo por uma pessoa e mesmo que não espere muita coisa em troca,
o mínimo que você espera receber é respeito, mas essa palavra
simplesmente não consta no dicionário de algumas pessoas.
Por
isso eu digo: Se coloque no lugar das pessoas antes de sair por ai
dizendo ou fazendo asneiras. Eu sei que as vezes é difícil se
colocar no lugar das pessoas, mas na maioria das vezes é bem
simples.
Uma
única palavra é capaz de destruir com o dia de uma pessoa, é capaz
de fazer uma pessoa se sentir a última das criaturas do mundo e a
não ser que essa pessoa seja uma tremenda de um filha da mãe, ela
não merece se sentir assim.
Na
hora de receber favores, na hora de ser lembrado todo mundo quer e
gosta e na hora de retribuir ? Sejamos menos mesquinhos, pensemos
mais uns nos outros, imaginemos como as pessoas se sentem ao ser
tratadas como simples objetos, que podem e serão descartados a
qualquer momento.
Antes
de decepcionar aquela pessoa, antes de se esquecer daquela pessoa,
lembre-se do bombom que ela te deu semana passada, dos minutos que
ela se atrasou para ir ha algum lugar por estar te esperando,
lembre-se do cansaço que ela estava sentindo ao te acompanhar até
aquele lugar que você poderia ter ido sozinho mas mesmo assim queria
companhia.
As
pessoas tem sentimentos, elas ficam tristes, elas se chateiam e uma
hora elas cansarão de serem tão prestativas e você ainda vai ficar
se perguntando o que está acontecendo com ela.
De
valor as pessoas. O mesmo valor que você gostaria de ter para elas.
quinta-feira, 1 de março de 2012
Amarras sociais
Desde pequenos aprendemos o que é certo e o que é errado, que meninos brincam de carrinho e meninas de boneca, que garotos vestem azul e que garotas vestem rosa e se por acaso irmos contra esse padrão já estabilizado na nossa sociedade, vamos ser visto com outros olhos como pessoas de menor valor. Então quando crescemos temos medo de mostrar o nosso verdadeiro eu para a sociedade e é dessa forma que surgem as amarras sociais.
Crescemos e nos deparamos com uma sociedade cruel, onde todos falam de todos e dai vemos o medo da sociedade que veio de lá de quando eramos crianças e nos acompanha ao longo do tempo, talvez ao passar do tempo a gente consiga dominar os nossos medos da sociedade. Mas muitos continuam levando sua vida e sendo dominado pelo que os outros vão achar se ela por acaso se vestir de uma forma diferente, se pensar de uma forma diferente, se age de um jeito diferente, que a maioria não gosta é um pesadelo em sua vida, logo ela começa a dizer que gosta das mesmas coisas, apenas para não se sentir excluída da sociedade em que vive.
Às vezes as amarras sociais surgem de algo que começa a fazer muito sucesso, não por medo, mas sim por uma pequena lavagem cerebral que a mídia acaba por fazer nas pessoas e uma multidão de gente começa a gostar daquilo, mas não faz a mínima ideia do por que ela gosta. Porque é bontinho, fofinho, gostoso ou necessário, não, não é nenhuma dessas coisas, nem outra qualquer. É, simplesmente, por que a pessoas ainda não tem uma opinião própria muito construída e ela acaba por gostar das coisas que aparecem na mídia.
Eu sei que gosto não se discute, mas é um fato que quando uma pessoa cresce perto de um certo grupo de pessoas a tendência para que ela goste das mesma coisas que o grupo é muito maior do que ela não gostar do que eles gostam, é muito mais fácil e mais comodo para aquela pessoa gostar daquilo, do que ser excluído daquele grupo. É claro que isso não é uma regra para todos, existem sim pessoas que abrem suas mentes para coisas além do que ela já viu no lugar em que cresceu e forma sua opinião sobre aquilo que ela conheceu quando criança e aquilo que está conhecendo depois de crescer.
Ninguém é igual a ninguém, mas mesmo assim a sociedade nos força a ser o mais parecido possível e acaba nos tratando diferentes quando vêm que queremos ou somos um pouco mais diferente do habitual e nos julgam por isso, sem nem mesmo conhecer como somos o que somos e sem ao menos tentar entender o por que de sermos assim.
Ser diferente também é ser normal.
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Garotas e Games
Hoje em dia isso ainda é meio que um tabu, quando as pessoas (diga-se homens) de um jogo online descobre que você é mulher geralmente surgem alguns tipos de reação:
- Se impressionam de começo, mas depois levam numa boa;
- Se impressionam de começo e não acreditam que você seja mulher;
- Se impressionam de começo e começa a encher seu saco com cantadas idiotas e coisas relacionadas à isso.
- Se impressionam de começo e te humilham, como se mulher nenhuma no mundo fosse capaz de jogar aquele jogo, mesmo quando você é melhor do que ele.
Nesse quadro de reações temos um fator em comum, de eles sempre se impressionarem ao se deparar com uma mulher em um jogo. Acredito que hoje em dia é muito mais fácil e comum encontrar mulheres jogando, mas mesmo assim as pessoas tem esse tipo de reação.
Claro que nem toda garota vai gostar de jogos mais violentos, ou de corrida e etc, assim como alguns homens também não gostam de algum gênero de jogo. Eu não gosto jogo de futebol, nem sou muito fã de jogos em primeira pessoa e nem por isso deixo de jogar vários outros tipos de jogos que encontro por ai, desde joguinhos em flash à World of Warcraft.
Tem muitos casos também em que homens se passam por mulheres para ganhar ajuda, itens e etc, o que acaba denigrindo a imagem das mulheres nos games, não vou falar que nunca pedi ajuda, sim já pedi ajuda, mas nada além disso e isso quando eu realmente estava num sufoco muito grande. Gosto muito mais de ajudar do que ser ajudada.
E no final das contas uma mulher jogando, seja qual for o jogo ela é apenas mais um jogador e pra mim não há nada de tão especial nisso, não tem por que tanta surpresa, assim como há mulheres que jogam futebol.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Não me cobrem, não me perguntem.
E cá estou eu pensando mais uma vez nesse assunto. Qual faculdade fazer? Eu quero realmente fazer? Eu quero estudar. Sinto essa necessidade, mas gostaria muito de algo que não ocupasse tanto tempo, que não me limitasse e que acima de tudo não me fizesse abandonar as pessoas que eu amo. Não, estou sendo exagerada, pois querendo ou não, quando você escolhe uma coisa acaba tendo que abrir mão de outras.
Não sei se estou preparada pra ter que passar fins de semana estudando, semanas sem ver meu namorado porque tenho muito serviço e depois ainda tenho que estudar pra prova de faculdade .... Aliás eu sei que não estou preparada pra isso.
Me sinto pressionada, as pessoas perguntam, cobram ... "Você já está fazendo faculdade?", " Pretende fazer ? " ,"Você sabe que é importante né ?" Eu sei de todas essas coisas, e até concordo com algumas delas. Mas não me cobrem, não me perguntem.
Não quero me sentir inferior a quem faz uma faculdade, mas não quero me sentir obrigada a isso.
Na verdade eu penso ...Será que vale mesmo a pena tanto sacrifício ?( Eu digo sacrifício porque eu não vou jogar dinheiro fora. A partir do momento que eu me comprometer a estudar eu realmente vou estudar, não tenho dinheiro pra jogar no lixo) As pessoas passam a vida querendo ser alguém, lutando pra ter dinheiro o que consequentemente lhes trará bens materiais e tudo isso pra quê ? Será que vale a pena? Será que no fim da minha vida eu vou falar, ainda bem que estudei... Tudo o que sou hoje se deve a isso! Será que eu vou olhar pra minha linda casa e me contentar com ela ? Será que um carro do ano e roupas bonitas serão suficiente? Ta Galera, eu não sou adivinha, não posso prever o futuro, mas é assim que eu imagino o meu futuro se eu parar agora e passar em um vestibular, fazer uma faculdade meia boca só porque “eu tenho que fazer uma” e seguir nesse ritmo...
Eu quero liberdade, eu quero poder de escolha, quero correr até onde eu quiser, quero deitar na grama, subir em árvores e gritar bem alto.
Sabe o que eu queria ? Queria plantar pra comer e costurar pra vestir, se algum vizinho estivesse disposto a trocar o doce de leite que fez, pelas batatas que eu plantei seria melhor ainda. Acho que esse é meu ideal de mundo perfeito, ir pra onde eu quiser, na hora que eu quiser. E vai ser assim com a faculdade, quero fazer quando me vier na cabeça que é aquilo e pronto. vocês vão ver... Qualquer dia eu apareço por aqui falando que estou fazendo uma faculdade.
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